Eu no Twitter
Olá Pessoal! A graça e a paz de Jesus, nosso Senhor!
Estou feliz, pois depois de 6 meses sem escrever um único artigo aqui para o blog, deixando passar várias inspirações, escrevi um artigo esta semana e os acessos, logo voltaram a aumentar. Sei que boa parte destes acessos, se devem a busca pela oração dos santos arcanjos que postei ano passado, mas mesmo assim. Fico feliz que as pessoas ainda buscam algo no meu blog. Isso quer dizer que a missão de evangelizar na internet ainda não parou, que Deus ainda tem algo a extrair de mim para o bem do outro.
Com isso estou animado para uma nova temporada de artigos, tentando não perder a graça de Deus e partilhando com vocês. Por esta razão quero lhes anunciar que estou no Twitter. Sigam-me e eu procurarei deixar sempre que possível alguma mensagem de alegria, de esperança e de exortação.
Então estamos combinados, vou esperar você no Twitter @CaduBGomes Ah! Não esqueçam de visitar sempre o blog e deixar algum comentário para interagirmos mais e ampliar os assuntos tratados nos artigos.
Um fraterno abraço e até o próximo post.
Cadu Gomes
A Vida da Gente?
Já faz um bom tempo, mais de 10 anos que não acompanho uma novela sequer, no entanto sou um telespectador frequente dos telejornais e programas de esporte, sobretudo os da Globo, por se tratar, na minha opinião, de melhor qualidade técnica e artística. Com isso, inevitavelmente terminamos sabendo de muita coisa que acontece nas novelas, dada o grande número de propagandas e merchandising que a emissora faz de suas dramaturgias em meio aos demais programas.
Não sei se as pessoas que acompanham as novelas já perceberam, mas a Globo tem um padrão em seus roteiros, que fica ainda mais evidente no horário nobre, mas também nos demais horários. Trata-se de iniciar as novelas com um divórcio logo na primeira semana. Está sendo assim, por exemplo, com essa nova novela das 18h A Vida da Gente e foi assim com uma série de outras que terminaram deixando o mesmo sentimento de forma massiva aos seus telespectadores: A luta pela família é perda de tempo. Sem falar que 9 entre 10 pessoas* que acompanham as historinhas globais torcem pela amante, pois sempre uma das partes do casamento é ruim e o (a) amante é uma pessoa maravilhosa.
Antes que alguém diga que se trata apenas de reprodução artística de fatos reais, vale ressaltar que a arte tem se tornado cada vez mais real. E se é para reproduzir artisticamente o que acontece na vida real, por que não há cenas de pessoas que não conseguem dormir depois de uma separação, pessoas com depressão, crianças com problemas emocionais e escolares com a separação dos pais? Arte está, então, faltando com a verdade! Aqui na Comunidade Família de Nazaré, atendemos diariamente famílias com problemas reais e sei que não é tão simples como nas novelas! Então por que não reproduzir artisticamente a vida de pessoas que ainda lutam pelas suas famílias? Isso me leva a acreditar que as novelas são uma indústria dos caos emocional coletivo.
Ah! Para as que ficarão sentidos comigo, não estou condenando as novelas, tampouco os que a assistem, mas alertando para o seu conteúdo veladamente nocivo às emoções dos cristãos, dos filhos de Deus de um modo geral, visto que não se trata apenas de questões conjugais, mas de homossexualidade, espiritismo, aborto e muitos outros assunto contrários a nossa fé. Portanto, fiquem a vontade para deixar seu comentário, respeitando, porém, a minha pessoa guardando-me o direito de não publicar comentários ofensivos.
Um fraterno abraço e até o próximo post.
Cadu Gomes
*estatística empírica sem comprovação técnica, mas constatada em pregações feitas em diversos lugares.
Uma nova revolução Feminista
Ontem foi o dia internacional da mulher e essa data não poderia passar em branco. Afinal de contas sou agraciado pelo convívio com mulheres fantásticas que me proporcionam grandes virtudes e auxílios como a firmeza da minha mãe, a inteligência da minha irmã mais velha, a alegria da minha irmã mais nova, a sabedoria da minha esposa e a ternura da minha filhinha de três meses. Sem falar que Deus as fez para serem o nosso auxílio adequado. Então o que seria de nós homens se não fosse a ajuda delas? Então quero primeiramente parabenizar – ainda que atrasado – a todas as mulheres pelo dia que merecidamente lhe é dedicado.
Fazem aproximadamente 100 anos do início do movimento feminista e muitos e importantes progressos foram conquistados como o direito a voto, maior participação em assuntos sociais, liberdade de expressão e de trabalhar fora de casa entre outros. Hoje as mulheres já provaram do que são capazes. Elas jogam futebol (e melhor que muito marmanjo), trabalham em lugares predominantemente masculinos como oficinas, são executivas competentíssimas e até chefes de Estado como a Cristina Kirchner presidente da Argentina e a Dilma Roussef aqui no Brasil.
Porém, curiosamente à medida que as mulheres conquistam o seu lugar ao sol e provam que são tão capazes quanto os homens em qualquer assunto, aumenta assustadoramente a violência contra a mulher, de modo que a última pesquisa realizada, em nosso país, revela que 66% das mulheres já sofreram algum tipo de agressão.
O que poderia estar influenciando para que mulheres tão independentes sofram tanto? O fato é que as mulheres para conseguir entrar no mundo frio e insensível dos homens e provar que é capaz de viver de igual para igual com o sexo oposto, abdicou de coisas indispensáveis que as tornam tão especiais como sua sensibilidade, sua maternidade e em alguns casos até de sua feminilidade. O resultado foi mulheres mais frágeis, insensíveis a gravidez desejando o aborto, incapazes de promover e manter a união da família (basta ver o crescente número de adultério feminino e de separações requeridas pelas mulheres) e perda da fé.
Não quero com isso fazer uma crítica às mulheres. Por isso venho humildemente deixar a minha sugestão as mulheres de fazerem uma nova revolução feminista que, sem perder o que já foi conquistado, resgate o que foi perdido. Concordo que as mulheres devem lutar por seus direitos e exercê-los como fazer um curso superior, um pós graduação, seguir carreira, etc; mas acho que já é hora de recuperar a feminilidade, a fibra que só a mulher tem para conservar a família unida, o amor a vida que gera em seu ventre, o amor para com os filhos em casa. E antes que me digam que as mulheres modernas de hoje não perderam nada disso, uma pesquisa feitas nos Estados Unidos revela que a maioria das mulheres hoje estão preferindo receber menos para poder trabalhar só um expediente e poder dedicar-se a família, pois notaram o quanto estavam perdendo do convívio familiar e social. Enfim, que as mulheres sejam mais atuantes, mas que não deixem de ser femininas. Esta será a verdadeira revolução feminista!
Espero que as mulheres que leram este artigo tenham me entendido.
Mais uma vez desejo (atrasado) um feliz dia das mulheres, meus parabéns e que Deus as abençoe!
Atenciosamente,
Cadu Gomes
Defesa da Fé – Sola Scriptura
Olá pessoal, demorei, mas estou de volta e agora com novidades. A partir de hoje apresentarei toda semana aqui no blog um programa de formação doutrinária com o nome Defesa da Fé, para que todos possam conhecer um pouquinho mais da doutrina da Igreja Católica Apostólica Roma. É claro que devido as poucas condições técnicas não será possível nada muito extenso e, consequentemente, muito aprofundado, mas acredito que o suficiente para entender a razão de algumas coisas da nossa Igreja, tão criticada por vários segmentos da sociedade, por pessoas de outras religiões e até por pessoas de dentro da própria Igreja.
Neste primeiro programa falo sobre a Sola Scriptura, que é o argumento protestante de considerar verdadeiro e digno de fé somente o que está escrito na Bíblia. É exatamente quando um protestante questiona quanto algumas verdades não contidas na Bíblia que a maioria dos católicos, infelizmente, não conhecendo a sua fé, ficam sem responder e ainda passam a ter dúvidas quanto ao que se crê.
Já comentei por alto em um outro artigo aqui no blog, mas agora em vídeo fica melhor elucidado a explicação de que nós católicos cremos em Jesus, o Verbo Divino que se fez carne e habitou entre nós. Enquanto estava em nosso meio Jesus fez e falou muitas coisas que não foram escritas, pois se fossem escritas não caberiam no mundo tantos livros (Jo 21,25) Ora, por que então ignorar as coisas que Jesus fez e falou que não foram escritas? Sabemos que o Jesus que foi escrito é a Sagrada Escritura, mas onde está o Jesus que não foi escrito? A resposta é simples: na Sagrada Tradição, no testemunho dos apóstolos, transmitidos de geração em geração.
Esse testemunho da experiência dos apóstolos vivida com Jesus era tão forte que entusiasmava o coração de todos que o ouviam, de modo que Santo Irineu de Lion, no Sec II, escreveu a um amigo que desviara da fé, pedindo que lembrasse de quando eram mais novos e iam a Igreja para ouvir Policarpo falar das histórias contadas por João com Jesus.
Aliás foi graças a Sagrada Tradição que mesmo dezenas de anos depois da morte de Jesus o que foi escrito e que temos hoje é digno de fé. E mesmo depois de o livro do Apocalipse ter sido escrito, por volta do ano 100, levou-se ainda aproximadamente 200 anos para se discernir quais livros eram de fato dignos de fé, uma vez que haviam uma infinidade de livros como o Evangelho de Judas e Maria Madalena, carta de Tomé, Apocalipse de Enoc entre outros. Foi graças a fidelidade aos relatos recebidos dos apóstolos que se pode discernir e convencionar a Bíblia como temos hoje. Por essa razão perder o Cristo que não foi escrito de vista contribui para perdermos a fé em Jesus como a Palavra, o Verbo de Deus.
Segue o vídeo abaixo para você assistir na íntegra.
ATENÇÃO!
Somente serão publicados os comentários pertinentes ao assunto tratado no vídeo ou perguntas, sugestões e críticas respeitosas.
Cultura anti-natalidade
Hoje de manhã, eu saía de casa e no elevador uma vizinha contava que sua filha de 20 anos engravidara de seu segundo filho, sendo ainda solteira e ela (a vizinha) disse que falará ao médico para operar a sua filha, a fim de que esta não possa mais ter filho. Imediatamente outra jovem de 25 anos de idade, que também estava no elevador, começou a apoiar, enquanto eu lhe mostrava o profundo arrependimento de mulheres de 30, 35, 40 anos que desejam ter filhos e não podem mais por ter feito tal operação quando mais jovens.
O fato de inúmeras mulheres ligarem as trompas e até mesmo retirar os ovários não é novidade, mas hoje, enquanto eu estendia as roupinhas da Giovanna no varal, me remoia o diálogo de horas antes no elevador e pensei no quão maligno e cruel é a mentalidade que se tem disseminado na cabeça das pessoas. Filho não é um bem que se planeja orçamentariamente para saber se vale a pena ou não. Filho é benção e vale a penas todos os sacrifícios, não só financeiros, como de conforto (adeus longas horas de sono, rs) e tudo mais quanto se fizer necessário.
Mas o pior de tudo não nem tanto olhar material da criação de um filho, mas é o aborto que se faz na alma de uma mãe, pois lhe é retirado toda a feminilidade, toda a ternura própria de uma mãe. Eu que sou homem e daqueles meio insensíveis, chorei ao ver a Giovanna no colo da Patrícia e me alegrei ao ver o varal cheio de roupinhas da minha filha, o que se dirá de um uma mulher jovem não se encantar mais com essas coisas? Não tenho a menor dúvida, essa cultura anti-natalidade é sem dúvida alguma um aborto psíquico na alma de milhões de mulheres.
Portanto, quero convidar a você solteira a não perder o sonho de constituir uma família, ter filhos, e se possível, muitos filhos. E você casada, não tenha medo da trabalheira, cada sorriso, cada gesto novo da criança, ouvir falar mamãe, não tem preço e é uma recompensa imensurável. E claro, você homem, não tenha medo de no fim do mês faltar dinheiro. É bem provável que não sobre como antes, mas Deus é providente e cuida dos que nEle confia. Minha família é prova disso!
Um fraterno abraço e fiquem com Deus,
Cadu
Mais uma graça este ano!
Pessoal, que ano maravilhoso!!!! Entre algumas tribulações, como doença da minha mãe, Deus me concedeu grandes graças e como diz na Palavra, “eu me maravilho, Senhor, com tuas maravilhas”. Uma dessas maravilhas foi o meu casamento, que tem me edificado a cada dia. A outra e mais recente, foi o nascimento da minha filha, Giovanna, no último dia 2. Embora o susto de ter nascida prematura com 36 semanas, nasceu saudável e linda. Bem, estou até agora sem palavras para expressar a minha alegria. Só sei que é bom de mais ser pai.
Como sei que vocês estão curiosos, segue abaixo algumas fotos da Giovanna, fruto do amor entre a Pati e eu.
Adivinhos ou Profetas, do que as famílias precisam?
Você já observou como à medida que as famílias se destroem, cresce igualmente o mercado das “mães de santo” e similares? Tudo isso não é a toa nem fruto de um mero acaso, mas os dois fatos citados tem entre si uma estreita relação, de modo que, reciprocamente, um contribui para o crescimento da outra. Ou seja, Há mais “mães de santos” por que mais famílias destruídas as procuram e há mais famílias destruídas porque as “mães de santos” estão sendo mais procuradas.
Mas por que esse crescimento de uma e outra? Ora, a resposta é simples, as famílias já não mais conhecem Deus. De um modo geral, as famílias não se reúnem mais nem para comer, quanto mais para orar, para rezar o terço, ler a Palavra. Conseqüência direta disso é um empobrecimento de valores, não só religioso, mas também familiares, dando início ao processo de desestruturação. Já diz o velho adágio popular, “mente vazia, oficina do diabo”, que se dirá, pois do coração vazio?
Antes que se conteste tais afirmações, basta ver quantos divórcios, quantos homicídios em casa (este cresce horrores por ano) e abortos (50 milhões por ano), sem falar nas conseqüências indiretas como a prostituição, dependência química e do álcool, marginalização, etc.
Pois bem, o coração empobrecido de valores, sobretudo, de valores sólidos e celestes, passa a mendigar qualquer coisa que lhe prometa uma agradozinho. Como as pessoas perderam o senso profético do batismo, por não terem vida de oração intensa, já não conhecem mais a vontade de Deus, nem mais recebem suas graças e passam a buscar adivinhos. Mas quando é que adivinhamos algo? Quando não o conhecemos, pois se conhecêssemos, não seria uma adivinhação, mas uma resposta pronta e exata a uma determinada questão.
Contudo, pelo batismo que recebemos, somos chamados a ser sacerdotes para oferecer a Deus os sacrifícios de nossa vida, reis para governar os bens e as graças que Divina Providência nos concede e, profetas para conhecer e proferir a vontade de Deus aos nossos. Portanto, paremos de tentar adivinhar o que Deus quer, oremos, leiamos a Palavra e Ele nos revelará todas as coisas, inclusive como restaurar nossas famílias.
Ah! Enquanto isso revele a sua opinião sobre post deixando um comentário.
Um fraterno abraço,
Cadu
Fidelidade
Qual a primeira coisa que lhe vem a cabeça ao ouvir falar de fidelidade? A maioria das pessoas logo pensa no que não é fidelidade e imaginam um homem traindo sua esposa ou visse e versa. De fato a fidelidade exclui esse comportamento adúltero, mas não é só isso.
É importante compreender que fidelidade é antes de tudo ter fé (fides). É isso mesmo, fidelidade é o exercício, a práxis da fé. Por isso a Igreja não faz casamento, mas celebra sacramento, porque não se trata tão somente da união de duas pessoas, mas do casal com Deus e isso exige fé. Assim como esperamos que a nossa esposa ou marido não nos traia, também nós não devemos trair Deus. Há quem se case e não deseja ter filhos. Ora isso também é uma traição, pois quando nos casamos prometemos a Deus gerar filhos para Ele.
Resumindo, a fidelidade tão pedida não é só por causa do outro, mas por causa do Sacramento, por causa de Deus. É por isso que mesmo diante de uma traição do marido ou da mulher, a pessoa deve-se manter fiel e até mesmo que um saia de casa e se separe no cartório, o outro deve manter-se fiel ao sacramento, não contraindo outro casamento. Pois o contrário, aquele que sempre foi fiel, mas após ser traído e se separar, ao contrair um novo casamento torna-se infiel (sem fé) ao seu sacramento.
Convido você, para juntos levantarmos uma geração de homens e mulheres fiéis, que acredita no sacramento. Ah! E deixar o seu comentário para este post.
Um fraterno abraço,
Cadu
Anunciar a boa notícia!
Você já parou para pensar o que significa evangelizar? As respostas são inúmeras, falando desde a missão e a responsabilidade do evangelizador até retóricas, métodos e de como criar um clima propício. Porém evangelizar é uma questão mais simples do que se imagina.
A palavra Evangelho tem por tradução Boa nova ou boa notícia. Daí surge uma perguntinha básica que deve ecoar sempre em nossa consciência: Que tipo de notícias eu estou transmitindo às pessoas? Para ser mais preciso, que tipo de notícias eu estou levando aos meus em minha casa?
Você já observou as consequências de uma pessoa que só recebe notícias de violência? Esta torna-se refém de um crime nunca sofrido. Experimente observar alguém que vive escutando jornalismo esportivo. Tudo o que ele fala faz menção a escanteio, a ponto, a gol e toda sorte de gírias esportivas. Da mesma forma se aplica às nossas motivações a até à nossa fé. Certamente você conhece ao menos um caso de alguém que frequentava a Igreja e deixou de frequentar por uma notícia rui sobre o padre o coordenador da pastoral ou outra pessoa qualquer. Não é verdade?
Mas eu gostaria de me deter na família. Você já viu que todos nós da Comunidade, levantamos a bandeira “Nós Acreditamos na Família”? Isso porque a família está desacreditada de si mesmo de tantas notícias ruins que se ouve dentro de casa. É a mulher que não para de reclamar do marido e dos filhos, o esposo por sua vez faz a mesma coisa com a sua esposa, os filhos entram na dança e resmungam o dia inteiro das chatices dos pais e logo ninguém se suporta. Têm ainda os “novos modelos de família” que as novelas apresentam: casal sem filhos, casal sem homem ou sem mulher, ou com mais de um homem ou mais de uma mulher. Soma tudo isso e tira Deus do cotidiano está explicada a desagregação da família que começa no campo emocional.
Antes da traição de um marido, do abandono de lar de uma esposa, da rebeldia precoce (e sem causa) dos adolescentes, das amizades duvidosas dos filhos e seus costumes claramente ruins, está um acúmulo de notícias ruins e uma escassez de boas notícias. Então vamos inverter o jogo! Proponho um diálogo bem básico que com certeza vai ajudar a sua família! Pergunte aos seus como foi o dia e, ouvindo as lamúrias do trânsito, do chefe, do colega que não trabalha direito, diga-lhes palavras confortadoras que os anime. Diga ainda como tem sido importante para você ter Deus sempre presente no seu dia-a-dia e convide-os para ir com você à missa, ao grupo de oração, ou simplesmente para ver um programa de tv ou um site que falem de Deus. Pode até ser que a curto prazo não surja tantos efeitos, até porque algumas famílias já estão por demais intoxicadas com más notícias, e podem levar tempo para uma restauração mais perceptível, mas acredite sempre no poder do Evangelho, da Boa notícia!
Um fraterno abraço,
Cadu
O que posso fazer para te fazer feliz?

Eu posso apostar que você tem um profundo desejo de ser feliz. É claro né?! Não precisa ser nenhum adivinho para saber disso, pois tal anseio é inerente ao ser humano. Mas, como se faz para ser feliz quando se é casado? Já dizia a velha piada:
- Ah meu filho, sua mãe e eu éramos muito felizes. Viajávamos com freqüência, saíamos sempre para passear, sempre em um lugar diferente, curtíamos muito um ao outro. Mas já faz vinte e cinco anos. Hoje as coisas não são mais assim.
- E o que foi que aconteceu, pai? Perguntou o filho.
E o pai responde:
- Nos casamos.
Se esta anedota é uma piada, os atendimentos que realizamos na Comunidade Família de Nazaré, embora hajam muitos casos parecidos, não parecem absolutamente nada com uma piada. Mas tanto na piada como na vida real o drama é um só: a ausência da felicidade. A partir daí surge um problema quase generalizado nos casamentos de hoje em dia, que é todo mundo quer ser feliz a qualquer custo. E o que é pior. Quando não se consegue cobra-se absurdamente do marido (ou da esposa) que lhe faça feliz ou o (a) culpa por não ser.
Não há nada de errado em querer ser feliz. A questão no casamento é como fazer a esposa feliz. Afinal, casa-se para fazer o outro feliz e não a si próprio. Por exemplo, você já perguntou à sua esposa:
Amor, o que posso fazer para te fazer feliz?
Já pensou passar anos de matrimônio sem essa preocupação? Imagina quanto ela já não sofreu por bobagens, por simplesmente não ter perguntado o que ela gostaria de fazer no fim de semana.
Se você ainda não perguntou, não perca mais tempo, se dirija sem medo da resposta e pergunte a sua esposa como você pode fazê-la feliz. E um detalhe muito importante. Faça todo esforço possível para ver no rosto dela um belo sorriso.
Ah! É claro que o mesmo se aplica às esposas para com seus maridos.
Quebrem o orgulho, desistam de ter a razão, experimentem a revolução que essa simples perguntinha pode gerar na sua família. E não deixem de comentar, aqui no blog, o resultado.
Um grande abraço,
Cadu
Exemplo vindo da Argentina
No dia 15 de deste mês, o senado argentino aprovou a lei que regulariza a união homossexual. Imediatamente a imprensa brasileira publicou a notícia como um sinal de esperança de que o mesmo deve em breve acontecer em nosso país. Para isto, já estão circulando diversas campanhas nesse sentido.
Todavia gostaria de conclamar os cristãos a seguirem um outro exemplo que veio também da argentina. Trata-se da juíza de paz da cidade General Pico, Marta Covella. No dia seguinte a aprovação da lei, a juíza disse que em hipótese alguma ira realizar um casamento homossexual. “Que me acusem do que quiser. Deus me diz uma coisa e vou obedecer com todo rigor; mesmo que custe o meu posto, e mesmo que me custe a vida, porque primeiro está o que Deus me diz”, afirmou Marta que justificou sua postura dizendo: “Fui criada lendo a Bíblia e sei o que Deus pensa. Deus ama a todos, mas não aprova as coisas ruins que as pessoas fazem. E uma relação homossexual é uma coisa ruim diante dos olhos de Deus”.
Lamentavelmente, muitos de nós católicos aplaudimos coniventes todas as propagandas bonitas e bem feitas que nos empurram uma enxurrada de contra-valores, empobrecendo-nos moral e religiosamente. Por isso eu digo, médicos sejam fiéis ao evangelho e não façam aborto de modo algum; formadores de opinião não calem a voz de sua fé em Deus para agradar um patrocinador; padres é melhor perder um ou outro dizimista grande que uma multidão de almas; juízes imitem o exemplo de Marta Covella. Lembremo-nos da célebre frase de Tertuliano “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos” e ofereçamos nossas vidas nossas profissões e tudo quanto Deus possa pedir de nós.
Você está disposto a isso? Deixe seu comentário sobre o artigo e/ ou sobre os fatos descritos.
Um fraterno abraço,
Cadu
A escolha do amor
Olá pessoal! Estou de volta! E conforme eu tinha comentado, estou devendo um artigo sobre a escolha do amor. Então vamos lá.
Muito se fala do amor. O amor é isso, o amor é aquilo. O amor é cantado, e recitado, é pregado e até usado como desculpas para os mais diversos fins, mas o que se entende por amor? Bem, se formos definir o amor, certamente levaríamos páginas e mais páginas de internet e não chegaríamos a um consenso. Porém, uma coisa é certa, o amor é uma decisão, ou melhor dizendo, uma escolha, uma eleição.
Não dá para falar de amor sem ver primeiro como Deus nos ama. Afinal de contas Ele nos amou por primeiro. Trata-se do protos. Tudo mais é secundário é uma série do protótipo divino. Jesus disse que não fomos nós que O escolhemos, mas Ele que nos escolheu. Essa escolha não é tão somente de Jesus, mas do Pai, desde muito antes quando disse: “… Eu te escolhi e não te rejeitei”
O que quero dizer com isso é que o amor não é fruto do acaso, não é um acidente, mas é uma escolha. E vale lembrar que o amor também não é um sentimento, embora faça uso de muitos sentimentos. Portanto, não existe a história de que não se pode mandar no coração. Pode sim! Por que não? Você aceitaria que a pessoa com quem você namora ou é casado lhe dissesse que se apaixonou por outra pessoa simplesmente porque não pôde controlar o coração? É claro que não, não é mesmo?!
O amor é uma escolha que vai além dos sentimentos. Em nosso coração só entra pessoa de fora se a porteira estiver aberta, escancarada para qualquer um. Com você fica de conversinhas? Com quem você abre a intimidade da sua vida? Essas e muitas outras coisas são uma conceção dada às pessoas escolhidas, não a qualquer um.
E como eu já falei, o amor supera todos os sentimentos. Por isso, mesmo que hoje um relacionamento estável (entenda-se casamento) viva uma crise afetiva, tenha perdido todo aquele entusiasmo do namoro, deve-se recorrer a fidelidade da escolha. Nesses momentos é preciso re-eleger (eleger / escolher novamente) o matrimônio.
Diferentemente das eleições presidenciais, o casamento não dura apenas quatro anos, portanto, escolha beeeeem a pessoa com quem você vai passar o resto da sua vida, pois não existe impeachment.
Vou ficando por aqui e aguardando o seu comentário.
Um fraterno abraço,
Cadu
Torcida pela família!
É pessoal, eu não resisti. Hoje eu ia colocar um artigo que continuaria o raciocínio do meu último post, mas como bom brasileiro em dias de Copa do Mundo, eu estou colocando um artigo dentro dessa temática.
Dizem que na copa, nas olimpíadas e sempre que o a seleção brasileira vai jogar, são 190 milhões de treinadores, cada um com sua escalação, dizendo quem deve entrar e sair, quem deve ser substituído, e como devem jogar. Muito bem não só de escalação vive um técnico, mas de posicionar cada jogador de forma que contribua melhor para o time, elaborar jogadas que culminem em gol e animar os jogadores para que deem o melhor de si.
Assisti ao primeiro jogo do Brasil e, como muitos torcedores, não gostei muito da atuação da seleção canarinho. O Kaká, minha nossa! Como jogou mau. Mas como este não é um blog esportivo, quero chamar atenção para o detalhe. Mesmo com os jogadores jogando um futebol inexpressivo, e até mesmo por isso, Dunga os animava e orientava para obter um resultado melhor.
Você pode perguntar: Mas o que isso tem a ver com fé, com oração, com família? Se todos nós damos uma de técnico e, juntamente com o Dunga, esperamos que os nossos representantes no futebol, diante dos erros, se levantem, melhorem e nos mostre bons lances, igualmente deveríamos agir em nossas famílias. Quando alguém erra, dá uma mancada conosco, apronta uma, dá “uma bola fora”, como é que agimos? Deveríamos animá-los para não repetirem o erro. Aliás, perdoar verdadeiramente e nem ficar tocando tanto no assunto, mas estimular para fazer o que é certo. Precisamos ser torcedores das nossas famílias, torcer para sejam campeãs da vida e ganhem um troféu incorruptível (I Cor 9,25).
Como não poderia faltar, EU ACREDITO NA FAMÍLIA! Então vamos pegar nossas vuvuzelas e torcer bonito pelo Brasil, mas principalmente pela nossa família, sem desanimar quando estiver fraca, sempre acreditando. Vamos vibrar com cada coisa boa que acontece em nossa casa, cada gol que Deus marca em nossa história e nossa família. é isso aí. Vamos lá Brasil, levar nossas famílias para o Céu! Uhuuu!
Tá bom. O final pode ter ficado meio tosco, mas certamente vocês entenderam a mensagem. E não esqueçam de deixar o comentário de vocês.
Um fraterno e animado abraço,
Cadu
A liberdade da escolha
Você já reparou que toda vez que a Igreja vai pregar um valor moral, sobretudo, aqueles inerentes a salvação, como a castidade ou outro que precisamos cumprir, alguém, certamente já há muito afastado do caminho de Deus, vem com fatídica e infantil pergunta : “Se eu tenho que cumprir os mandamentos para ser salvo, fazer isto e aquilo, deixar de fazer um monte de coisa para ser salvo, então cadê a liberdade que Deus nos deu?”
“Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade como pretexto para prazeres carnais. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade”
Creio que a passagem extraída da Carta de São Paulo aos gálatas responda a pergunta que, a cada dia mais, jovens e até adultos têm feito acerca da liberdade. Ora, somos livres para escolher o bom ou o mau caminho, a salvação ou a perdição. Todavia a beleza e o mistério da liberdade dada por Deus e orientada para Ele é o paradoxo que este versículo nos sugere. Primeiro diz que somos chamados a liberdade e depois nos ordena a fazermo-nos servos uns dos outros, pela caridade.
Para traduzir este paradoxo, Santo Agostinho dizia que só há verdadeira liberdade quando obedecemos a Deus, do contrário nos submetemos as escravidões da alma. E bem é verdade o que este grande santo dizia, pois já vi muita gente viciado em álcool, em drogas, em remédios, em pornografia, em jogatina, mas nunca vi ninguém viciado em caridade. Por que isso? Porque o amor enquanto tal é o estado natural e salutar do ser humano. Não há nada de errado no casto ou com o sóbrio, por exemplo, pois são livres, inclusive para ter relações sexuais ou se embriagar quando quiserem. Ao contrário, um alcoólatra está preso, é um escravo da bebida, perdeu, portanto, sua liberdade.
Logo, os mandamentos, a retidão, as abstinências não são escravidão, um empecilho para a liberdade, mas exatamente o caminho da libertação. Aliás liberdade não é fazer só o que quer, mas fazer o que é preciso, poder escolher a melhor parte. Liberdade é poder escolher e permanecer livre.
E você é livre? E como tem usado a sua liberdade? Não se esqueça que somos livres a medida que obedecemos a Deus!
Ah! Você também é livre para deixar aqui o seu comentário.
A Igreja e o homossexualismo
No último domingo, dia 06, aconteceu em São Paulo a 14ª parada gay. O evento anual que tem por finalidade levantar o orgulho GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais) e reivindicar seus direitos é um assunto que está sempre em voga na sociedade e tem cunho inquestionavelmente moral.
Todavia antes de abordar a polêmica relação entre Igreja e homossexualismo, gostaria de deixar bem claro que nenhum movimento ou instituição tem maior amor e zelo pelos homossexuais quanto a Igreja Católica.
E é exatamente aí que está o “x” da questão: o amor aos homossexuais. Mas que amor é esse que se manifesta permissivamente conivente com os prazeres que lhes ferem as almas e pesam contra sua salvação? Exatamente por amar tanto os homossexuais que a Igreja convida a uma vida mais piedosa para não cair em atos que venham ferir ainda mais a sua afetividade muitas vezes já ferida (não pela natureza, mas pela própria história e até pela própria consciência). O catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 2358 diz o seguinte:
“Um número não negligenciável de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição”.
O parágrafo seguinte complementa ainda:
“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pela virtude de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se gradual e resolutamente, da perfeição cristã”.
Com isso a Igreja manifesta a sua compreensão quanto aos dramas pertinentes a homossexualidade e apresenta uma opção que aproxima verdadeiramente o homossexual a Cristo.
Ao contrário o que se vê é uma mídia descompromissada com os valores morais e familiares e sobretudo, descompromissada com a alma do indivíduo, pregando a libertinagem.pois que uma pessoa sinta atração por outra do mesmo sexo, se entende perfeitamente, mas vir a desfigurar o que Deus criou, transformando-se em outra pessoa, como é o caso dos travestis e transexuais, isso com todo respeito é uma perversão. Embora como cristão, pai de família, parte integrante da sociedade me incomodo com tais demonstrações, a questão que pretendo abordar não é moral, mas caritativa. Por que condenar a homossexualidade (não o homossexualismo) é uma caridade? Porque quando dizemos não cometa atos homossexuais, estamos dizendo às pessoas que não se firam e busquem a felicidade verdadeira no lugar certo.
A prova de que a homossexualidade por eles vivida não tem trazido a felicidade é que ainda se sentem insatisfeitos, mas não reconhecendo que o problema está em si, querem uma aprovação dos outros para o que já fazem sem constrangimento, como se o problema fosse uma aceitação externa. Ainda que fossem aprovadas todas as lei, mesmos as mais absurdas (como as que preveem a cesura da bíblia), não se sentirão felizes, pelo simples fato de terem se afastado de Deus e seu desígnio criador. Antes que digam que eu não sei o que estou dizendo, quero deixar claro que aqui na Comunidade Família de Nazaré não raras vezes atendemos jovens e adolescentes que vivem essa luta interior, alguns já declaradamente gays já confessaram a profunda tristeza que sentem sem saber porque, uma vez que possuem tudo o que querem.
Então, me unindo a Santa mãe Igreja e a Comunidade a qual me consagrei, digo aos meus irmãos homossexuais espalhados pelo Brasil e pelo mundo: Lutem, lutem para serem santos, para viver a castidade, para não viverem a homossexualidade. Nós acreditamos em vocês!!
Um fraterno abraço,
Cadu













